Nome: Aiko Shiraishi

Originalmente... Karina Kanamaru.

Idade: 17 aninhos

Email: willtsuki@yahoo.com.br

Sou mulher, sou menina
Inocente e vivida
Sou a lua noturna
Tenho três faces
Sou a chuva, pura...


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Folhas mortas

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By Armaina


Quinta-feira, Janeiro 12, 2006



Anjo Donnovan

Em tristeza minha alma se perde
Encarcerada em trevas e culpa
Mais um anjo cai, perde sua luz
Seu cruel destino me afunda

Afogo-me em falsas promessas
Choro o futuro previsto
Lentamente ele se destrói, sem pressa:
A autodestruição é um processo difícil

Difícil o caminho, difícil
Mas depois de chegar ao final da estrada
Não há volta, é irreversível:
Corpo destruído, alma também

Já sei que nada posso fazer
Todo o meu amor de nada serve
Eu quero mostrar que a dor não é tudo que ele tem
E que a felicidade sempre vem
Mesmo não sendo eterna.

A felicidade é um raro perfume
É como a chegada da noite após o dia
É o cair da chuva no deserto
São as flores que resistem à ventania

Anjo, celebre a felicidade
Celebre a dor, a agonia
E não se esqueça que viver não é só alegria

Abra suas asas
Sinta o fluido da vida
E não se esqueça que se morrer
Minha vida será um eterno sofrer.


:: The book of days, by Aiko :: 12:53 AM :: Algo a dizer?



Sábado, Janeiro 07, 2006

Minha poesia

A minha poesia é a minha válvula de escape
É um grito de agonia, é um momento de loucura
É a cocaína do viciado, a doença sem cura

O papel é o pote
A poesia, dor guardada.
Guardo a dor no papel
Para poder dar risada.

Se a vida tem seus sofrimentos
Eu prefiro esquecer
Para assim ir vivendo
E a esperança não perder.

:: The book of days, by Aiko :: 1:27 AM :: Algo a dizer?




Imperatriz de sonhos

Na ponta dos pés dance
Com toda a delicadeza feminina
Dance até seus pés cansarem
Agradecendo por estar viva

Pela beleza do que está vivo
Hipnotizada já está
Pela canção que lhe cai aos ouvidos
Perdida também está

Ao tempo ela já não pertence.
Este é quase inexistente.
Tempo, espaço, realidade...
Coisas que não importam
À moça de face sem idade.

:: The book of days, by Aiko :: 1:24 AM :: Algo a dizer?




Lúgubres pensamentos

Rasgue minha pele lívida
Beba o suco rubro que esta guarda
Beba o que me mantem viva
O que me prende aqui é simplesmente nada

Pulsação fraca...
Meu anjo olvidara de mim
Isso me mata
Envenena algo mais do que a carne,
Chega-me simplesmente a alma

Demônios me rodeiam
Esperando minha carne esfriar
Estes, não me terão
Mas também, o que eu quero não consigo reconquistar

Será que ele virá quando eu estiver quase morta?
Meu anjo irá me ver dar o último suspiro?
Oh Deusa, faça ele voltar para mim, pelo menos agora
Deixa-me dizer nos ouvidos dele "querido...
Amo-te tanto que prefiro renunciar a mim mesma
Prefiro a morte, mesmo não sabendo o que esta guarda,
A não ser mais a sua adorada, a sua preferida,
A não ter mais o calor do seu corpo...
Meu corpo pode estar desfalecendo
Mas meu coração não está morto
E eu, ainda sofro..."

:: The book of days, by Aiko :: 1:20 AM :: Algo a dizer?



Sexta-feira, Janeiro 06, 2006

Morte...
Apenas uma palavra.
Uma metáfora, mais nada.
É o que significa na minha canção.
É na marselha e nos sonhos a transformação.
Morremos a cada adormecer...


:: The book of days, by Aiko :: 2:04 AM :: Algo a dizer?



Quinta-feira, Janeiro 05, 2006

Cantar da chuva

Escuto o cantar da chuva
Molhando a minha alma noturna
Se antes estava sozinha
Agora choro em companhia
Ela entende a alma feminina
Sua água limpa as dores da vida
Talvez por vir do céu
Assim, ela dilui do coração o fel


:: The book of days, by Aiko :: 1:13 AM :: Algo a dizer?




É duro viver nesse mundo de fantasia
Onde é desconhecido o significado da palavra realidade
Todos buscam uma verdade falsa que lhe sirva
Marionetes que apreciam diamantes feitos de falsidade

Todos os dias, bêbados de utopia
Caminham de olhos fechados
Para fingir que não vêem o que está ao lado.
Mas rezam todos os domingos
Pelos os pobres coitados do mundo
Os mesmo que eles fingem não enxergar

Derrube suas falsas morais
Descubra suas imperfeições
Mostre sua alma por de trás
Dos vestidos caros de verão


:: The book of days, by Aiko :: 1:09 AM :: Algo a dizer?




Às vezes não sou racional
E quem me conduz é o coração
Fico parecendo uma animal
Que vai pelas ruas da intuição.

:: The book of days, by Aiko :: 1:01 AM :: Algo a dizer?